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Cenário externo pressiona taxa de câmbio

04/10/2019 - Cenário externo pressiona taxa de câmbio

A taxa e câmbio não ficava abaixo do suporte representado pelos R$ 4,10 desde o dia 18 de setembro, mas o cenário internacional a fez romper essa marca. Além das instabilidades amplamente citadas, que incluem o processo de impeachment contra Trump e a guerra comercial com a China, a leitura dos dados econômicos dos EUA foi extremamente negativa.

O índice Dollar Index Spot, que avalia o desempenho do dólar em relação as moedas mais líquidas do mundo, arrefeceu, saindo do seu maior nível desde maio de 2017. Isso ocorreu por conta dos primeiros sinais de desaceleração da economia norte-americana causados pela guerra comercial com a China, o que fez os investidores aumentarem as apostas numa queda da taxa-alvo de juros dos EUA.

O Índice de Atividade Não-Industrial do Instituto para Gestão de Suprimentos (ISM) chegou a 52,6 em setembro, uma queda acentuada em relação aos 56,4 do mês anterior, quando o mercado havia previsto um recuo mais modesto, aos 55,1. Os números vieram apenas dias depois o Instituto derrubar o Índice de Atividade Industrial às suas mínimas em quase uma década.

Os níveis atuais de atividade entre as empresas de serviços caíram 6,3% no mês passado, enquanto o número de novas postos de trabalho criados em empresas privadas caiu 3,5%. O único dado, teoricamente, altista para a deliberação da taxa de juros foi o índice de preços, que cresceu 1,8%.

O relatório de emprego dos EUA (Payroll) revelou um crescimento de postos de trabalho robusto, que colaborou para derrubar a taxa de desemprego ao seu menor nível desde dezembro de 1969, a 3,5%. O número de pessoas que perderam o emprego e que encerraram contratos de trabalho temporário caiu em 306 mil vagas para 2,6 milhões, enquanto o número de novos entrantes no mercado subiu 103 mil para 677 mil pessoas.

O mercado questiona o quanto a criação de novos postos de trabalho é sustentável, uma vez que os salários dos postos gerados parecem estáticos. Os salários médios por hora tiveram um crescimento de 0% em setembro, quando o mercado esperava um aumento de 0,3%.

 

Fonte: IHS Markit

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