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05/07/2019 - Boi gordo: Mercado ganha liquidez e preços da arroba se acomodam

O mercado físico de boi gordo abre o mês de julho com melhora na liquidez de negócios, motivada pelos ganhos acumulados nos preços da arroba anteriormente. Contudo, a maioria dos agentes ainda demonstra resistência em trabalhar nos patamares atuais. Parte das indústrias frigoríficas alargaram suas escalas de abate para o início da terceira semana do mês ou final da segunda. Além de dispor ofertas de gado a termo, foram negociados lotes maiores em diversas praças, auxiliando assim as programações de abate para o período. Embora o fluxo das exportações continue intenso, a inconsistência das vendas de carne no mercado doméstico limita uma atuação mais ativa dos frigoríficos nas compras de gado gordo. Do lado da oferta, após as valorizações na arroba, o pecuarista, ficou mais confortável em começar a vender seu gado, porém, este ainda vislumbra a possibilidade de manutenção da tendência altista no curtíssimo prazo, o que faz alguns regularem seus volumes de venda.

A região Sudeste registrou valorização na maioria das praças cotadas. A chegada da estação climática mais fria do ano, associado a valorização da arroba por conta das curtas escalas de abate, fez com que a oferta de animais melhorasse e a liquidez aumentasse na região. Destaque para SP, onde animais mais novos (garrotes e novilhas) seguem valorizados por conta das exigências com as exportações para China. No Sul, preços estáveis e liquidez reduzida com a maioria dos frigoríficos com escalas mais largas. No Centro-Oeste, os preços seguiram firmes com variações pontuais. A atuação de alguns frigoríficos paulistas influenciou na firmeza dos preços locais. No Norte do País, a maioria das praças registrou elevação nos preços pagos na arroba. As escalas a apertadas e as baixas ofertas de animais influenciam as altas na região. No Nordeste, os preços se mantiveram estáveis com a liquidez retomando níveis melhores.

No mercado atacadista, a reposição da proteína bovina nos entrepostos se mostrou um pouco mais ativa, fator que possibilitou suporte a manutenção dos preços nos principais cortes. A atuação dos agentes começa a dar sinais de melhora, sobretudo, em função da primeira quinzena do mês. No front externo, as exportações nacionais de carne bovina in natura seguem em ritmo elevado. Em junho passado, o País exportou 111,51 mil toneladas de carne de frango in natura, com um fluxo médio de 5,87 mil toneladas por dia, 4,7% superior a maio/19 e mais que o dobro em relação ao ritmo de junho/18. Em termos gerais, as exportações de carne bovina crescem em volume (maior desde 2007) e em receita, puxada sobretudo pela demanda chinesa.

 

Fonte: IEG FNP

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